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Ortodoxia, de G. K. Chesterton: review completo

Publicado em 14/10/2026 · Redação Portal Católico da Fé · Revisado periodicamente pela Equipe de Catequistas

Fotografia de G. K. Chesterton em 1909, de terno, com bigode e cabelos ondulados

Foto: Ernest Herbert Mills, Domínio público

Resumo

  • Ortodoxia foi publicado em 1908 por G. K. Chesterton, ainda anglicano, 14 anos antes de se tornar católico.
  • O livro conta como o autor chegou à fé cristã pela razão, pelo bom senso e pelo espanto diante da vida.
  • Perfeito para quem gosta de pensar e para jovens cercados de dúvidas. Nota do portal: 4,5 de 5.

Quem foi Chesterton

Gilbert Keith Chesterton nasceu em Londres, em 1874. Estudou arte, mas fez carreira como jornalista, ensaísta, poeta e romancista. Escreveu dezenas de livros e milhares de artigos. Era enorme, distraído e muito engraçado. Ficou famoso pelos debates públicos com intelectuais ateus e céticos da época, como George Bernard Shaw e H. G. Wells, de quem era amigo.

Muita gente o conhece pelas histórias do Padre Brown, um padre detetive que resolve crimes entendendo a alma humana. O personagem foi inspirado num amigo de Chesterton, o padre John O'Connor.

Criado num ambiente religioso vago, Chesterton passou por uma juventude de dúvidas e angústia. Aos poucos, chegou ao cristianismo. Escreveu Ortodoxia como membro da Igreja Anglicana. Em 1922, foi recebido na Igreja Católica justamente pelo padre O'Connor. Morreu em 1936, em Beaconsfield, perto de Londres.

Como o livro nasceu

Em 1905, Chesterton publicou Hereges, um livro que criticava as ideias da moda entre os intelectuais ingleses. Um crítico respondeu que era fácil atacar a filosofia dos outros. Desafiou o autor a dizer qual era a sua. Ortodoxia, de 1908, é essa resposta.

Chesterton avisa logo no início que não vai escrever um tratado de teologia. Vai contar, de forma pessoal, como chegou às suas convicções. E brinca dizendo que se sentiu como um navegador inglês que, depois de uma longa viagem, desembarca orgulhoso numa terra nova e descobre que era a própria Inglaterra. Ele pensou ter inventado uma filosofia. Descobriu que ela já existia e se chamava cristianismo.

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