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Foto de Dom Júlio Endi Akamine

Arcebispo de Belém (PA) desde agosto de 2025 · padre desde 1988 · Arcebispo metropolitano de Belém

Dom Júlio Endi Akamine

Belém, Pará · Redação Portal Católico da Fé · Revisado periodicamente pela Equipe de Catequistas

Foto: Wesley cordeiro prado, CC BY-SA 4.0, adaptada

Resumo

  • Palotino, padre desde 1988, doutor em Teologia
  • Bispo auxiliar de São Paulo e arcebispo de Sorocaba
  • Arcebispo de Belém desde 2025, com pálio recebido em 29 de junho de 2026

Origem e formação

Dom Júlio Endi Akamine nasceu em 30 de novembro de 1962, em Garça, no interior de São Paulo. Segundo a Arquidiocese de Sorocaba, é filho de Guengio Akamine e de Teruko Oshiro Akamine. A Missa no Brasil informa que seus pais eram imigrantes japoneses.

Em 1975, ele entrou no seminário da Sociedade do Apostolado Católico (SAC), conhecida como os palotinos. Estudou no Seminário Menor São Vicente Pallotti, em Londrina (PR). Fez o noviciado em 1979 e a primeira consagração religiosa em 8 de dezembro de 1980.

Depois, estudou Filosofia na PUC e Teologia no Studium Theologicum Claretianum, em Curitiba (PR). Mais tarde, tornou-se mestre e doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Padre palotino

Ele foi ordenado padre em 24 de janeiro de 1988, em Cambé (PR). Naquela cidade, atuou na Paróquia Santo Antônio: foi vigário paroquial de 1988 a 1990 e pároco de 1990 a 1993.

Em seguida, dedicou-se muito à formação de futuros padres. Veja alguns cargos que exerceu:

  • Reitor do Seminário Maior Palotino, em Curitiba, de 1996 a 2001.
  • Assessor da OSIB, órgão que reúne seminários e institutos de Teologia, no regional Sul 2 da CNBB.
  • Consultor da Casa Geral dos palotinos, em Roma.
  • Reitor provincial da Província Palotina São Paulo Apóstolo, de 2008 a 2011.

Ele também foi professor de Teologia.

Bispo em São Paulo e em Sorocaba

Em 4 de maio de 2011, foi nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. A ordenação episcopal aconteceu em 9 de julho de 2011. Atuou como vigário episcopal da Região Lapa.

Em 28 de dezembro de 2016, o Papa Francisco o nomeou arcebispo de Sorocaba (SP). Ele foi o quinto bispo e o terceiro arcebispo daquela arquidiocese.

Seu lema episcopal é "Bonum Facientes Infatigabiles", em português "Não vos canseis de fazer o bem".

Na CNBB, integrou a Comissão Episcopal para a Cultura e a Educação. Foi também o bispo referencial da Pastoral da Educação, de 2013 a 2019. Em 2025, presidia o regional Sul 1 da Conferência.

A Missa no Brasil registra que ele foi o primeiro nipo-brasileiro nomeado bispo no país.

Arcebispo de Belém

Em 7 de março de 2025, o Papa Francisco o nomeou arcebispo coadjutor de Belém, a pedido de Dom Alberto Taveira Corrêa. O coadjutor é um arcebispo que ajuda o titular e o sucede no cargo.

Em 6 de agosto de 2025, o Papa Leão XIV aceitou a renúncia de Dom Alberto, que passou a ser arcebispo emérito. Dom Júlio assumiu então o governo da arquidiocese, como 11º arcebispo de Belém.

Em 29 de junho de 2026, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, ele recebeu o pálio das mãos do Papa Leão XIV, no Vaticano. Segundo a Arquidiocese de Belém, o pálio é uma veste de lã branca, colocada sobre os ombros do arcebispo. Ele lembra o Bom Pastor que carrega a ovelha. Também expressa a unidade com a Igreja de Roma. Quatro brasileiros receberam o pálio nessa celebração.

Para ler mais sobre bispos e sacerdotes, visite a página de padres. Acompanhe as novidades da Igreja em nossa seção de notícias. Veja ainda as celebrações do ano em nosso calendário. Para conferir a nomeação e o currículo oficial, leia a matéria do Vatican News.

Fontes

Biografia com informações públicas. Foto com licença livre; não usamos a imagem em montagens nem em anúncios.

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